A crise do ser Humano
Minha só será a Alma
Que o eterno me deu
Meus só serão amigos
Aqueles que buscam o céu
Tenho muito nada e já é muito
Para quem nu Nasceu
Afinal eu pobre
Se já tenho ganho o Céu
Por entre Choros
E quedas
Um tinir de moedas
Em bolsos e bolsas vazias
Mundo fantasias
Misturando tristes alegrias
Pelo instinto histórico
Das lágrimas incontroláveis
Sem o nada do nada lógico
Pela primeira vez
O mendigo
Emprestou a sua crise
E agora todos podem ver
E amar com mais nitidez
E não é que a crise dos pobres
Chegou aos ditos intocáveis
Pela Primeira vez
E agora claramente
Podemos
Em nossos Pratos ver
A fartura do Pobre
Nos dias que nada tinha para comer
ManuelrvPortal
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