04:47 14-11-2011
Outrora Suspiros
Nos tempos Remotos
Continuam os Vampiros
Se rindo de ti e devotos
Nas margens do rio
Que se chama governação
Matam de frio
Os pobres da nação
Ai Grey da lei imposta
Que maldita
Mãe da noite abafada
E o povo mais uma vez acredita
Na constituição por eles Ultrajada
Estudiosos da demagogia
Na boca de Sócrates
Filosofia Greca-almã
Cunfuncios Hipócrates
Quantos demagogos ainda há
Vira o disco e toca o mesmo
Universitários à Moderna
Prometem braços ao maneta
Ao perneta arranca-lhe a outra perna
E mais facilmente é
Acreditar na aparência do parecer
Para ser como Tomé
Que a liberdade não esta doente nem a morrer
Engana-se aqueles Inocentes
Adormecidos das palestras com ferrão
Não as aguas não morrerão todos peixes vampiros
Nas aguas da passada revolução
Pelo simples facto
Que o malfazente vento também Gira
Moinhos movidos por arte-facto
Este tipo de peixe ainda respira
Enquanto navegadores Houverem
Nos Oceanos da Mentira
Silencio que o fado
Não muda
Democracia que nada
Vivemos numa ditadura
Que eu vejo e sei
Por memoria a Zeca Afonso.
Ainda há
Quem na noite abafada
Nos sugue sangue inocente
Ouvem-se gritos no Pinhal do Rei
Traga-me carago mazé A Monarquia
No calão tripeiro está , Não a salvação Eterna,
mas qui çá a Salvação Nacional ( Somos Autênticos)
Sem desprezo do resto do nobre povo
Dos 4 pontos Cardeais mas sem Batina-cá-no Porto.
ManuelrvPortal
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